Arquivo de junho, 2011

Leve caminhar

Publicado: 29 de junho de 2011 por Leandro Possadagua em Uncategorized

Desde que dei meus primeiros passos me apaixonei pela caminhada. Andar ao léu me atrai, sempre me serviu como a terapia que não pude pagar. Melhor assim, pois quando me vi em apuros lembrei que caminhar é preciso. A vida não pára, tão pouco eu! Uma bota Timberland, calça cargo, camiseta básica e uma mochila cargueira são minhas armaduras pra vida. O solado da bota mostra que não sou um iniciante, já percorri um longo caminho. Levo comigo um cantil de esperança, bebo a cada parada. Na verdade, além da caminhada, busco a paisagem! Nossa… como gosto de sentir o vento gelado dos eucaliptos bater no meu rosto, como carinho de criança de colo. Tenho em mim a certeza de estar vivendo com intensidade cada momento, com a camiseta limpo o suor que brotou das dificuldades, e nela, posso me lembrar de ser humilde, porque suei e sangrei na caminhada.

C.S. Lewis disse certa vez, que “não existe caminho traçado na vida, mas que o andar constrói o caminho!”. Interessante a sutileza e consistência desta frase, pois como ele, sempre me surpreendo com cada passo dado. Prossigo rumo ao alvo que me é desconhecido, talvez ele nem exista, mas estou caminhando… Muitas vezes os passos são tropegos, mas ainda assim, resistem! Um passo por vez, rumo ao eterno desconhecido. Esta afirmação é – na minha vida – um jargão! Me surpreendo mesmo, e peço a Deus que não me deixe ser um expectador que não se surpreende com a alegria do palhaço, nem tão pouco com a faceta triste da morte. Espero continuar nesta atitude despretenciosa, podendo a qualquer momento ser surpreso. O caminho que não foi construído por meus passos não me seduz, nunca me seduziu! Deixo pra trás cercas que edifiquei, caminhos abertos em estradas empoeiradas que relembro quando me sinto sozinho. Assim, vou construindo meu leve e despretencioso caminhar.

Leandro Possadagua

Brasil confirma la existencia de otro pueblo indígena aislado

Publicado: 27 de junho de 2011 por Leandro Possadagua em Uncategorized

Las autoridades brasileñas han confirmado la existencia de un grupo de aproximadamente 200 indígenas aislados en la Amazonia.

Un vuelo a baja altura del Departamento de Asuntos Indígenas del Gobierno, FUNAI, ha revelado la existencia de estos indígenas, que viven en tres claros en la selva del valle del Javarí, en la Amazonia occidental, cerca de la frontera con Perú.

Fabricio Amorim, el líder de la expedición de FUNAI, dijo que los indígenas están cultivando maíz, plátanos y cacahuetes, entre otros cultivos.

Advirtió: “Entre las principales amenazas al bienestar de estas comunidades están la pesca, la caza, la minería, la gandería, las acciones misioneras, etc. ilegales… y el tráfico de drogas”, y añadió que la exploración petrolífera en el lado peruano de la frontera también supone un riesgo para estas personas.

La política de FUNAI es no establecer contacto con los indígenas aislados, y vigilar sus territorios para que puedan vivir allí sin interferencias, como ellos deseen. Es crucial que las autoridades expulsen a todos los invasores ilegales del territorio indígena.

El valle del Javarí es el hogar de la mayor concentración de pueblos indígenas no contactados en el mundo: se cree que allí viven unos 2.000 indígenas aislados.

Survival International publicó recientemente unas extraordinarias imágenes aéreas de otro pueblo indígena aislado de la zona, y su advertencia de que estas personas se encontraban amenazadas por la tala ilegal en Perú provocó una ola de indignación global.

Fonte: Survival Internacional [Espanha]
Disponível em: http://www.survival.es/noticias/7426

Restart Gospel, felomenal!

Publicado: 27 de junho de 2011 por Leandro Possadagua em Uncategorized

Eu não tenho nenhuma dúvida que o próximo sucesso no Brasil será algo como “Restart Gospel” (felomenal!). Estamos caminhando a passos largos para uma situação em que qualquer prêmio no âmbito da cultura de massas, dentro da qual está a maior parte da cultura de entretenimento, deverá ser um GPS para mata-burros.

A música Gospel no Brasil é algo deplorável. Não pelo fato de ser música, pois não é. Mas por vir do meio evangélico que, como se viu na “quinta feira do ódio” em São Paulo, é o campo no qual o mau gosto, a total desinformação e o preconceito gerado no obscurantismo pode atrair tudo que representa a mais bárbara das barbáries. Num lugar cheirando a enxofre qualquer som perde sua condição de música.

Mas, sem enxofre, só com ignorância mesmo, também a música vinda da cultura de massas se deteriora no Brasil. Assim, Restart, o existente, ainda não Gospel, é o símbolo do que Rita Lee classificou bem com esta sugestão: caso algum pré-adolescente escute isso, devemos trancá-lo na geladeira. Eu acrescentaria: sim, na geladeira, contanto que seja uma que não vamos abrir durante um bom tempo.

Mas, como sei que filósofo é uma pessoa que, por lidar com conceitos, facilmente se apega a preconceitos, eu não quis fazer o que alguns fizeram no tempo dos Mamonas – escutar e ver só depois deles mortos e, então, descobrir que eram como um Adoniran Barbosa da juventude – gênios do espelho da cultura popular do ABC paulista. Sendo assim, tentei ver Restart – na TV, claro. Fiquei vendo um programa inteiro deles, tentando arrancar alguma nota musical ou alguma lírica original. Nada. Barulho. Apenas barulho. Letra? Nem as de sopinha.

Vendo aquilo ali, imaginei logo que o melhor casamento, para poder haver uma superação, seria sua união com o mundo evangélico. Aí sim, teríamos produzido aquilo que nem mesmo um esfíncter de javali já viu passar.

Por que estamos vivendo isso? Como que chegamos, quanto ao que denominamos de cultura de massas (como ensinado por Alfredo Bosi), que antes era representada pelos Chacrinhas e Bolinhas da vida, ao que agora não pode representar nada que ultrapasse o mero uso do cerebelo? O que a juventude que vê Restart e que curte música Gospel brasileira está consumindo é apenas o grunhido de um animal não inventado e que, certamente, já existe. É o som do fracasso do nosso ensino médio. É a pentagrama que não tem mais penta nenhuma, sobrando só o alimento dos tais cantores. É o sinal dos exames do PISA, que mostram o Brasil, já há quase duas décadas, nos últimos lugares, o que revela a juventude mais incapaz do Planeta! Sim, temos mostrado uma incompetência nos exames internacionais para estudantes que revelam que nossa juventude é a mais imbecilizada da Terra.

Agora, falando em PISA, já faz tempo que estamos perdendo ali. Portanto, muitos desses idiotas detectados nos exames, já podem estar no mercado de trabalho e, um aviso: em setores de comando de nossa sociedade. Por isso mesmo, se você vai a um bom hospital, com um braço trincado, mais de 60% dos médicos residentes ali não consegue distinguir se você tem uma luxação ou uma quebradura grave. Restart Gospel – sim! É Restart Gospel.

Num lugar assim, cresce a homofobia, os Malafaia, a corrupção política impune, os senadores e deputados que perdem todo dia carteira de motorista por dirigirem alcoolizados e, enfim, um programa educacional governamental que pulveriza recursos, pois atira para todo lado. Eis o mundo no qual ser culto virou algo deplorável como a Veja e o tresloucado do Denis Rosenfield. Num país assim, sem brincadeira, temos de confiar no Tiririca. Ele ainda é do tempo que cultura de massas se fazia com a escolinha do professor Raimundo. Ou seja, ele pode fazer alguma coisa, sim, pois já pertence ao passado que foi melhor.

© 2011 Paulo Ghiraldelli Jr. filósofo, escritor e professor da UFRRJ.

PS: Não pensem que escrevi isso sabendo que havia, mesmo, de fato, Restart Gospel. Existe! Fujam para Plutão. Ao menos lá, não sendo Planeta ainda, não há risco de haver cidadãos. Pois o que mata é a cidadania. Jamais poderíamos ter concedido cidadania a certos elementos humanos. No Brasil, demos cidadania a todo tipo de bactéria e, então, temos aí hoje, Restart Gospel e, enfim, Restart.

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Fonte: Blog Paulo Ghiraldelli Jr.
Disponível em: http://ghiraldelli.pro.br/2011/06/27/restart-gospel-felomenal/

Un terrateniente brasileño que provee con caña de azúcar a una empresa conjunta del gigante energético Shell ha lanzado, según informaciones, una amenaza de muerte contra un contrincante político.

José Teixeira, quien también es diputado estatal, habría dicho a un rival político que “si dependiera de mí, estarías bajo tierra”.

Teixeira ha alquilado parte de su hacienda para la producción de caña de azúcar, a pesar de que el Gobierno ha confirmado que esa tierra pertenece a los indígenas guaraníes.

Shell y la empresa brasileña de etanol Cosan se han unido en otra compañía llamada Raizen, valorada en 12.000 millones de dólares, para producir etanol y venderlo como biocombustible. Cosan está comprando caña de azúcar cultivada en territorio guaraní que Teixeira sigue ocupando. Survival International ha instado a Shell y a Cosan a que dejen de usar caña de azúcar cultivada en territorio guaraní, pero las empresas siguen utilizándola.

Los guaraníes de la comunidad de Guyraroká fueron expulsados de sus tierras por los ganaderos hace décadas. Durante años han vivido en la pobreza más absoluta en la cuneta de una carretera. Aunque ahora ocupan una parte muy pequeña de su territorio, sus vidas y su subsistencia están en peligro, ya que tienen muy poco espacio para plantar cultivos o cazar.

Advierten de que los productos químicos que se usan en las plantaciones de caña de azúcar están contaminando los ríos que usan para beber, para bañarse y para pescar, y que están provocando graves diarreas. También informan de que el vinhoto, un derivado de la producción de etanol, está causando fuertes dolores de cabeza en niños y adultos.

La agente sanitaria guaraní Senilda Esnade dijo a Survival: “En el pasado, los niños eran felices. Tenían agua limpia, se alimentaban con comida tradicional, más sana. Ahora es distinto; a menudo, los niños crecen con comida contaminada. Si tuviéramos nuestra propia tierra, seríamos capaces de revivir lo que estamos perdiendo”.

Según declararon hoy fuentes internas a Survival: “La amenaza de muerte del diputado es una prueba más de la brutalidad que va asociada a la lucha por la tierra en el territorio guaraní. Shell y sus socios no pueden seguir obteniendo beneficios del uso de ese territorio mientras los guaraníes se ven reducidos a espacios cada vez más pequeños. La empresa debe regirse por la normativa internacional que exige respeto a los derechos indígenas, y que dice apoyar en sus propias declaraciones”.

Fonte: Survival International
Disponível em: http://www.survival.es/noticias/7330

O caminho

Publicado: 13 de junho de 2011 por Leandro Possadagua em Uncategorized

Ao homem que – eternamente habitará meu coração! Salvador Poçadagua, meu pai…

Um dia, estarei com meus cabelos brancos como eram os do meu pai. Terei caminhado minha jornada com dores, mas não as terei deixado amargurar a alma, como meu pai tão bem o fizera! Acordarei cansado de uma noite mal dormida, afinal, já não serei mais aquele garoto que clamava por colo. Serei eu, um velhinho que passa as tardes lendo livros empoeirados. Nesta noite, meus sonhos me levaram até você. Não sei bem se sonhos ou recordações que estão eternizadas em meu subconsciente, sei apenas que eram doces demais para serem apagadas.

Neste sonho, lembrei-me que bastava a mão de papai estendida junto a minha, para que eu atravessasse um campo de batalhas, sentia-me protegido. Seu sorriso tinha algo de divino, era capaz de acalmar tempestades em meu interior. Ah, como eu queria que Deus tivesse errado, e por descuido, lhe feito eterno. Mas como não seria eterno, aquele que nosso coração faz questão de lembrar a existência? Impossível… As lágrimas são companheiras das lembranças, um líquido que sai quando exprememos o coração!

Levantarei da cama arquejado, sem dúvidas, me lembrarei que estou a cada dia mais parecido com meu pai. E com um sorriso triste, agradecerei a Deus por isso! Calçarei as sandálias e irei até o banheiro – olhando pro espelho, notarei que estou perto de lhe reencontrar, de trilhar a mesma estrada que o levou. Sorrirei, e meu coração se alegrará novamente. Após o café da manhã, olharei para o céu e perceberei nuanças que havia me esquecido, contemplarei mudo, o belo nascer do sol que tingirá meu rosto de cores derivadas de magenta.

Me sentirei impulsionado a sair, mesmo com o frio – já que o sol era apenas belo, mas não o suficiente para aquecer meu ser – sairei da casa inspirando fundo, como quem respira após se livrar de um afogamento. O ar gelado me fará fechar o casaco. Entrarei numa estrada triste e solitária, caminharei passos lentos e claudicantes, buscando entender onde aquilo me levaria. De súbito, serei apanhado por memórias infantis, onde mamãe e papai sempre estavam ao meu lado, esperando baixar a febre ou, até mesmo, me esperando dormir. Serei esbofeteado pelo tempo, impiedoso e cruel inimigo dos que se amam. Sentirei saudade! O coração, já dolorido e velho, se nega a dar o liquido que, outrora, saia dele.

Enquanto caminharei lentamente pela estrada – só após algum tempo notarei que era uma ferrovia! – observarei seus dormentes já cansados. Estes pobres dormentes, mais parecerão a coluna vertebral de um velho como eu. Tanto colunas como dormentes, estão cansados de todo o peso que a vida lhes impôs. Distraído que estava, serei acordado de meus devaneios pelo inusitado. Avistarei um velhinho, vindo em minha direção. Sentirei inveja, porque me parecerá ser mais idoso do que eu, porém, seus passos serão firmes, e com a distância – eu, certamente, terei esquecido meus óculos – não poderei ver traços nem reconhecê-lo.

Haverá, neste velhinho de cabelos brancos, uma certo sorriso, notado a medida em que se aproximara. A esta altura, eu nem saberei onde me encontrava! Mas me sentirei atraído a olhá-lo, na verdade, não conseguirei evitar de buscar sua face. Ora… Seria outro daqueles sonhos, em que a saudade me perturbava a alma? Será possivel, que este era o dia em que me encontraria com o famoso Parkinson, mal de Parkinson? Seria uma alucinação de um velho bobô e imaturo? Ou, quem sabe, minha mente estaria me pregando uma peça? Sinceramente, não saberei responder estas questões!

O doce velhinho estará parado bem a minha frente, a aproximadamente dez metros – Ah, meu Deus! É ele, pai…? Como ele estará bonito naquele dia. Não haverá em sua fase nenhuma expressão de dor ou tristeza. O encontrarei com a barba cumprida, como eu sempre gostei, branquinha… O abraçarei forte. Choraremos muito! Farei carinho em seu rosto, como quando era pequeno, com a sutíl diferença de que naquele momento, seremos dois velhinhos! Segurando meu rosto e olhando bem no fundo nos meus olhos dará um sorriso. Meu coração se alegrará como nunca. Não pronunciará uma única palavra, nem será necessário. Seu olhar dirá com a linguagem que só o amor pode expressar.

Perceberei que não estava sonhando! E que aquela não era uma linha férrea qualquer, era a estrada que me levaria à um lugar maravilhoso e que eu nunca havia visitado! Daremos as mãos, caminharemos até o pôr do sol. Pra onde? Sinceramente não sei. Mas… papai conhece bem o caminho!

Leandro Possadagua

Encontro de Arqueologia, Patrimônio e Turismo

Publicado: 8 de junho de 2011 por Leandro Possadagua em Uncategorized

Rio Claro, SP – 27 a 29 de junho de 2011

Informações e datas importantes

O EAPT 2011 aceitará trabalhos versando sobre Arqueologia, Museologia, Patrimônio e Turismo Arqueológico.

Os trabalhos inscritos, restritos a três por autor, poderão ser apresentados em duas modalidades: comunicações orais e painéis.

As comunicações orais, limitadas a uma por participante, terão duração de 15 minutos. Os interessados deverão enviar resumo de até 20 linhas para a Comissão Científica, por meio do e-mail: eapt2011@gmail.com, contendo o titulo da apresentação, nome do autor e filiação institucional.

As apresentações de trabalhos em painel serão limitadas a duas por participante. Do mesmo modo, as propostas deverão ser encaminhadas à Comissão Técnica por meio do e-mail: eapt2011@gmail.com, na forma de resumo de até 15 linhas. Os painéis não poderão exceder as dimensões: 1×1,20 m. A data para o envio dos resumos e painéis é 20 de junho de 2011.

Palestrantes confirmados

– Antonio Carlos Sarti – EACH/USP
– Astolfo G.M. Araujo – MAE/USP
– Bernadete Castro – IGCE/DEPLAN-UNESP
– Bruce Bradley – Univ. Exeter – Reino Unido
– Camila Moraes Wichers – Zanettini Arqueologia
– Christiane Lopes Machado – Rhea Consultoria
– Eduardo Góes Neves – MAE/USP
– Emilia Mariko Kashimoto – UFMS
– Everaldo Costa – DETUR/UFOP
– Erika Robrhan-Gonzalez – Documento Arqueologia
– Jandira Neto – IAB/RJ
– José Luiz de Morais – MAE/USP
– Manoel Gonzalez – NUPEC
– Mariselma Zaine – FGN/UNIMEP
– Mercedes Martinez Okumura – MAE/USP
– Ondemar Dias Jr. – IAB/RJ
– Paulo Eduardo Zanettini – Zanettini Arqueologia
– Robson Rodrigues – UNESP/ Araraquara
– Rosangela Albano – Museu de Lagoa Santa – MG
– Rosangela Cortez Thomaz – Turismo/UNESP
– Rossano Lopes Bastos – IPHAN/SP
– Solange Bezerra Caldarelli – Scientia Consultoria
– Tania Andrade Lima – MN/UFRJ
– Tom O. Miller – UFRN

Comissão Organizadora

Dr. Astolfo G. M. Araujo – Museu de Arqueologia e Etnologia / USP
Dra. Bernadete Castro de Oliveira – IGCE / DEPLAN/ UNESP / Rio Claro
Dr. Antonio Carlos Sarti – Escola de Artes, Ciências e Humanidades / USP

Convite

Convidamos a todos os estudantes, profissionais e interessados nas áreas de Arqueologia, Turismo, Museologia e afins a participarem do EAPT – Encontro de Arqueologia, Patrimônio e Turismo, a ser realizado em Rio Claro, SP, entre os dias 27 e 29 de junho de 2011.
As inscrições podem ser feitas pelo e-mail: eapt2011@gmail.com
A ficha de inscrição tambem está disponivel em: http://pt.scribd.com/doc/57215309/FICHA-DE-INSCRICAO-EAPT

Em breve postaremos mais informações!

Fonte: Blog do Encontro de Arqueologia, Patrimônio e Turismo
Disponível em: http://eapt2011.blogspot.com/