Arquivo de julho, 2011

‘O Museu Paulista e a história de São Paulo’

Publicado: 29 de julho de 2011 por Leandro Possadagua em Uncategorized

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Condição humana: pecado e liberdade

Publicado: 27 de julho de 2011 por Leandro Possadagua em Uncategorized

Na mesma moeda

Publicado: 18 de julho de 2011 por Leandro Possadagua em Uncategorized

Alguém, por favor, tire o Lula de lá. Minha caixa de entrada já não comporta mais os e-mails piedosos que enviam-me incessantemente meus amigos cristãos, denunciando as impenitências de Sua Excelência, especialmente a sua ligação execrável e declarada com o (zulivre!) COMUNISMO.

Por motivos que terei de abordar em outra ocasião, os cristãos evangélicos fogem do COMUNISMO mais do que o diabo da cruz; dito de outra forma, fogem mais do COMUNISMO do que do diabo, e tendem também a substituir um pelo outro.

O capitalismo de certa forma sempre existiu, sendo devidamente denunciado por todos os profetas, até Jesus (na linguagem dele “vem fácil vai fácil” escreve-se “de graça recebestes, de graça dai”) e depois. O mérito de Marx está em que ele expôs claramente o mecanismo econômico da exploração: demonstrou que no capitalismo todos trabalham um preciso tanto a mais do que deveriam se trabalhassem apenas para merecer o que ganham. Essa “contribuição extra”, essa mais-valia, serve para sustentar o sujeito posicionado acima de cada um na Grande Pirâmide. Uma vez que se reflete sobre essa revelação, passa a parecer injusto que você gaste o seu suor para alimentar a ociosidade e os luxos de quem não se dispõe a ralar como você – ajudando a aumentar, de lambuja, a distância irremediável entre trabalho e capital. O COMUNISMO nada mais é do que a inevitável solução que Marx propôs para corrigir o que ele via como essa injustiça inerente ao capitalismo: o sonho de uma sociedade em que todos trabalhassem apenas o necessário para se garantir que cada um teria o que todos precisam. Nenhuma competição. Nenhuma ganância. Nenhuma exploração. Nenhuma mesquinharia.

Trata-se, como se vê, de projeto extremamente louvável.

Como se sabe, as tentativas de implantá-lo foram catastróficas.
Todas as tentativas de implantar o comunismo foram desastrosas. Pelo mesmo critério, o cristianismo deveria ser grandemente lamentado.

Creio que qualquer um poderia acenar com esse raciocínio para condenar o COMUNISMO, menos os cristãos.

No que me diz respeito poucas idéias humanas são mais inatacavelmente bem-intencionadas e virtuosas do que a doutrina do COMUNISMO; porém, tendo em vista o precedente histórico, tendo em vista todo o mal realizado na tentativa de implantar a idéia, prefiro não permitir que se tente colocá-lo em prática novamente.

Meu problema é que preciso manter a sobriedade e admitir que o mesmo argumento pode ser usado contra o cristianismo. Para mim nada há de mais esplendidamente belo e virtuoso e transformador do que a mensagem do cristianismo, porém alguém pode sempre argumentar que, na prática, a esmagadora maioria dos esforços em implantá-lo produziram terríveis catástrofes sociais, injustiça e exclusão e preconceito e guerra e derramamento de sangue. Pergunte a qualquer cruzado – até Bush serve.

Tendemos a perdoar as nossas mancadas históricas, mas simplesmente não podemos permitir que doutrinas competidoras façam o mesmo: perdoa as nossas dívidas, mas não as dos nossos devedores. Tendemos também a esquecer que o cristianismo é experiência que vem estado em processo de implantação há dois milênios, e o comunismo há pouco mais de cem anos. Há por certo pelo menos um pagão morto em nome do cristianismo para cada inocente torturado em nome do comunismo.

O cristão pode sempre contra-atacar dizendo que nossas dívidas históricas apenas demonstram que muitos dos que afirmaram estar implantando o cristianismo não estavam imbuídos do verdadeiro espírito do cristianismo. Se fosse comunista eu diria imediatamente: está vendo? Os comunistas que você condena não implantaram o verdadeiro comunismo – e assim por diante.

O comunismo nunca foi implantado conforme idealizado originalmente. O mesmo pode provavelmente ser dito do cristianismo.

Se formos manter a sobriedade, teremos que admitir que o COMUNISMO nunca foi implantado como idealizado originalmente. Nosso problema é que o mesmo pode provavelmente ser dito do cristianismo. Trata-se evidentemente de um caso em que o desastre da implantação não vem da imperfeição da doutrina, mas da imperfeição dos implantadores.

Retórica à parte, nem todas as experiências de implantação do comunismo terminaram em catástrofe; em parte porque há diversas estirpes de comunismo (como de cristianismo), algumas muito moderadas e sensatas (ao contrário do cristianismo, cujas boas estirpes são as que não abrem mão da insensatez da sua mensagem).

Das experiências de utopia socialista-cristã a que me é definitivamente mais cara é a da Colônia Palma, no interior de São Paulo, perto de Tupã – onde, inspirados pelo mesmo avivamento espiritual que os trouxe no seu sopro para o Brasil, famílias inteiras de imigrantes da Letônia viveram e trabalharam numa fazenda na qual tinham “tudo em comum” – com exceção de seus cônjuges. No que me diz respeito o demérito da Colônia Palma é ter definhado e desaparecido antes que eu pudesse experimentá-la.

Quando visitei a Colônia Palma pela primeira vez, em algum momento da década de 1970, restavam ali algumas dezenas de membros originais, morando em impecáveis galpões comunais de madeira, diante de uma estrada ladeada por palmeiras imperiais e sob a vigilância das cascatas do rio que passava imediatamente atrás. Apenas não havia jovens, que haviam escapado um a um para estudar na cidade grande e só voltaram muito eventualmente para visitar parentes e amigos.

Garantem-me os dissidentes que, pelo critério das nossas sensibilidades contemporâneas, não era nada fácil submeter-se ao rigoroso comunalismo da Palma. Mas seria injusto dizer que a Colônia terminou em catástrofe; apenas desabou debaixo do peso das suas próprias exigências.

Desabou debaixo do peso das suas próprias exigências: é o destino que muitos prevêm ou diagnosticam para o cristianismo.

Embora muitos pensadores comunistas tenham sido e permaneçam cristãos (e embora poucas coisas me atraiam mais do que a estonteante possibilidade da vida em comum), não tenho qualquer simpatia verdadeira pelo comunismo. Pessoalmente inclino-me na direção dos anarquistas cristãos como Tolkien, Jacques Ellul e o pessoal dos Jesus Radicals, cujas idéias não descansam. Basicamente, o poder corrompe e se há governo sou contra.

Perfeitamente sensato era Jesus, que nutria um saudável desprezo pelas instituições políticas e não gastou uma gota de saliva condenando a estrutura falida, opressora, corrupta e tremendamente injusta do governo romano. O que deveríamos aprender com o exemplo dele é não esperar nada de bom de governo algum; que nenhum governo merece mesmo que se fale mal dele; que se o reino de Deus está próximo, somos nós que devemos dar evidência da proximidade dele.

De forma muito teologicamente correta, o que Jesus fazia é justiça com as próprias mãos.

Todo seguidor dele deveria ir e fazer o mesmo.

Paulo Brabo [Ilustrador de publicidade e de mercado editorial. Também é autor do livro Bacia das Almas.]

LIX

Publicado: 14 de julho de 2011 por Leandro Possadagua em Uncategorized

Pobres poetas a quem a vida e a morte
perseguiram com a mesma tenacidade sombria
e logo são cobertos por impassível pompa,
entregues ao rito e ao dente funerário.

Eles – obscuros como pedrinhas – agora
detrás dos cavalos arrogantes, estendidos
vão, governados ao fim pelos intrusos,
entre os acompanhantes, a dormir sem silêncio.

Antes e já seguros de que está morto o morto
fazem das exéquias um festim miserável
com pavões, porcos e outros oradores.

Espreitaram sua morte e então a ofenderam:
só porque sua boca está fechada
e já não pode contestar seu canto.

Pablo Neruda

Pequenas considerações sobre uma grande questão

Publicado: 14 de julho de 2011 por Leandro Possadagua em Uncategorized

Dizem que política, religião e futebol não si discute; penso – quem pensa assim tem medo, não tem argumento ou tem pouca convicção.

Diante das noticias que nestes dias estão estampando nossos noticiários resolvi expressar uma das minhas opiniões sobre nosso momento político.

De quem é a culpa da corrupção?

Essa seja talvez a grande questão.

Pois eu aponto e quero falar de um culpado “Vossa Majestade o eleitor”.

Se formos analisar o partido do senhor Alfredo Nascimento Ministro dos Transportes que caiu hoje é o mesmo partido do Tiririca que através de sua fabulosa quantidade de votos levou junto com ele vários deputados pouco comprometidos com a ética e a decência, algo que na verdade é ponto fundamental ou pelo menos deveria ser; a quem almeja ser representante do povo.

Deputados esses que estão na base desse governo, e vão indicar um novo Ministro dos Transportes, ministro esse que certamente já estará comprometido com os conluios e acertos de um partido que tem entre os seus figuras como o ilustre VALDEMAR COSTA NETO que fugiu do congresso para não ser cassado e está novamente metido em atos de ladroagem, corrupção, falcatrua tudo aquilo que de berço aprendemos ser errado.

Caros leitores, o amadurecimento de nossa democracia passa pelo amadurecimento de nossos eleitores; afinal são eles ou melhor somos nós que damos forma a essa representatividade composta por gatunos, vigaristas safados e saqueadores de nossa nação.

De fato enquanto o povo achar que dia de eleição é dia de brincadeira; esse cenário de horror, lama, degradação ética e moral não será mudado.

É demagogia demais; pois infelizmente o povo que se diz indignado com essas situação é o mesmo povo no dia da eleição vai na urna e vota em quem não sabe o que faz um deputado, em quem promete favores em filas de exames, quem tem vans para dar carona até o hospital (pasmem está acontecendo novamente em nossa cidade), em quem votou nesse dispositivo para burlar as licitações para as obras da copa e olimpíadas ( vai ser uma farra com o nosso dinheiro!!).

Enfim; em boa mediada a culpa é de quem vota, ou seja com eu disse no começo deste texto “Vossa Majestade o eleitor” que com sua soberana vontade vota e infelizmente faz mau uso de uma das armas que a democracia a ele oferece e historicamente foi conquistado com tanto suor, luta e ideologia.

Mas espero que ainda nosso país si torne uma nação verdadeiramente democrática e que o povo compreenda o verdadeiro sentido e importância dessa palavra e descubra onde todos nós podemos chegar quando atingirmos essa consciência. Pois não podemos esquecer que; não existe pátria nenhuma no mundo que se consiga o progresso sem democracia e liberdade.

Fábio Araújo Gomes [Acadêmico do curso de história da Universidade Federal da Grande Dourados/UFGD]

Em louvor dos pecadores

Publicado: 3 de julho de 2011 por Leandro Possadagua em Uncategorized

Em grande parte, depois de conviver por décadas com gente santa, só fui conhecer Jesus pessoalmente através dos pecadores.

Não fui encontrá-lo na igreja, onde insistíamos que ele morava e onde falávamos metade do tempo sobre ele. Na igreja encontrei meus amigos mais bem-intencionados, muito deles assustadoramente queridos e carentes, mas oprimidos como eu debaixo de um sistema fundamentado em medo e desejo. Por mais que eu simpatizasse com o calor da instituição e com o mérito das boas intenções, nada eu testemunhava ou vivia da satisfação inerente, a generosidade, a paixão e a terrível liberdade que os evangelhos atribuíam ao Filho do Homem. Cantávamos, chorávamos e nos abraçávamos debaixo do mesmo teto piedoso, mas ali não estava o espírito de Jesus.

Não encontrei-o nem me afastei dele na Federal, onde meus mentores evangélicos tinham alertado que eu encontraria amigos irresistivelmente devassos e correria o risco incessante de idéias sediciosas, construídos os dois para abalar minhas convicções. As idéias eram ralinhas e as companhias inofensivas, a grande maioria tão ou mais careta, casta e ultraconservadora quanto eu. Havia algum coleguismo e bons parceiros de truco, mas também não pouca competividade, intolerância e altivez (talvez tanto quanto na igreja), e o espírito de Jesus não estava ali.

Mas Deus teve misericórdia de mim, este santo, e permitiu que eu convivesse de perto com pecadores. Isso, em inúmeros sentidos importantes da palavra, me salvou.

Como eu suspeitava, os pecadores não se entregam como nós na igreja a pecados mesquinhos como a hipocrisia, a mentira e o orgulho; abrem eles mão desses amadorismos e tratam da coisa em si, da sem-vergonhice mais vital, sensorial e carnal – sexo, drogas e rock’n’roll.

Finalmente estava eu no mesmo recinto que pecadores de verdade, gente indecorosa, sensual e auto-indulgente; drogados, homossexuais, bêbados, libertinos, prostitutas, poetas; safados, depravados, corruptos, lascivos. Habituei-me ao doce perfume da maconha, visitei os mais variados mocós, vi carreiras de cocaína se armarem e desaparecerem; sentei-me ouvindo Janis Joplin numa sala que eu visitava pela primeira vez, olhando para um homem dormindo onde acabara de cair, enquanto um casal transava e curtia drogas no quarto ao lado e outros faziam churrasco lá atrás. Comprei camisinhas que não eram para mim. Ajudei a pagar um tolete quando o dinheiro faltou. Visitei bares gays porque estavam na moda e meus amigos sabiam por isso que lá seria mais fácil descolar uma pedra de fumo ou, paradoxalmente, uma garota.

É natural que fora uma cervejinha ou outra me mantive sóbrio e casto durante todo esse período – não que, naturalmente, fizesse diferença. Mantive-me um santo – um carola, amado ternamente por eles apesar disso – entre pecadores. Eu me sabia mais ou menos resistente às seduções da carne e talvez estivesse ainda sustentando a ilusão de que poderia “fazer diferença” no meio daquela pobre gente. Talvez estivesse procurando mais um motivo extravagante para me orgulhar, de ser capaz de manter minha integridade à prova de balas mesmo convivendo com os mais baixos e corrompidos. A esta altura, não sei dizer o que esperava.

Mas sei dizer o que não esperava: não esperava encontrar entre os pecadores, e pela primeira vez na vida, a terna experiência do espírito de Jesus.

Não em mim. Neles.

Posso garantir que até aquele momento eu só conhecia a postura de Jesus e dos primeiros cristãos de ouvir falar. Os evangelhos atribuem ao Filho do Homem tremendas paixão, vitalidade, generosidade e independência; o livro de Atos e as cartas falam de cristãos que “tinham tudo em comum” e “eram de um só coração”. Em seus momentos mais idealistas Jesus fala em amar os inimigos, dar a outra face, emprestar sem esperar receber de volta, oferecer um banquete a quem não tem como retribuir. Paulo descreve um mundo sem preconceito de sexo, raça ou classe social. João garante que Deus é amor, e que o amor abre mão de qualquer traço de temor.

Paradoxalmente, este mundo definido em termos positivos poucos cristãos chegam em qualquer medida a experimentar. Escolhemos nos definir não por essas qualidades afirmativas – aquilo que o Apóstolo chama de “fruto do Espírito” – mas pelo que é negativo e paralisante e opressor contra os outros e nós mesmos: a culpa, a mesquinhez, a repressão, a neurose, a negação, o niilismo. O mundo em que todos se aceitam e se amam, embora faça parte da nossa pregação nominal, nos é aterrorizante por natureza. Tudo na nossa postura batalha contra ele. A “gloriosa liberdade dos filhos de Deus” não nos interessa. Alguém me dê depressa um líder carismático e um rol muito claro de mandamentos – é só o que pedimos.

Entre os pecadores encontrei um universo livre da superficialidade de igreja e da irrelevância burguesa da faculdade. Aqui estava um mundo que escolhia se definir, na prática e não a partir de qualquer discurso ou demagogia, pela aceitação e pelo amor. Aqui estava gente que tinha tudo em comum, até mesmo – onde está, Mamom, a tua vitória? – o dinheiro. Gente que ignorava rótulos de classe, sexo e conta bancária para se tratar como gente no sentido mais fundamental da coisa. Gente que se recusava a ser manipulada pelo desejo e pelo temor, e fazia isso entregando-se a um e mandando às favas o outro.

A comunhão que experimentam, descobri, não tem limites; sua generosidade, que não espera recompensa que não o instante, não tem paralelo. Os pecadores abrem suas portas uns para os outros a qualquer momento do dia ou da noite; repartem sua droga, seu dinheiro, sua casa e seu pão sem qualquer trâmite ou transação, seja com um irmão importuno ou com o desconhecido em que acabam de tropeçar. Emprestam, terrivelmente, sem esperar receber de volta. Carregam quem precisam ser carregado, descolam um trampo para quem precisa, tiram a camisa para quem vomitou na roupa, emprestam a chave do carro para quem não tem onde fumar, providenciam o apartamento de alguém na praia para o que foi expulso de casa, repartem sem chiar ou cobrem o tanque de gasolina. Trabalham tanto para os outros quanto para si, acolhem com graça incondicional; são compassivos até para com os que não os toleram, longânimos com os que todos já decidiram ser melhor rejeitar. Convivem sem traumas com a consciência, apavorante para nós, de que não são melhores do que ninguém.

Entre os pecadores não transita apenas a legitimidade de quem recusa-se a ter o que esconder: rola, senhoras e senhores, um amor – e tão forte que lança fora todo o medo. São gente boa no sentido afirmativo da coisa. Gente sensualista, mas raras vezes desonesta. Auto-indulgente, mas sempre generosa. Pecadora, mas não proselitista. Matam-se, mas o que fazem pelos outros é só resgatar. Morrem, mas abraçados.

Não é difícil entender porque Jesus curtia tanto a companhia dos pecadores e não escondia seu orgulho em associar-se a eles. A integridade existe e a verdadeira comunhão não é uma impossibilidade: os pecadores legítimos não as desconhecem. Louvados sejam nas alturas os grandes pecadores, porque uma porção fundamental de Jesus sobrevive na Terra apenas através deles.

Arrependo-me, naturalmente, de não ter pecado tanto quanto devia com meus amigos pecadores. Eu, que não consigo viver nem de longe tão perto da inteireza de Jesus quanto eles, deveria ter lhes dado pelo menos essa satisfação.

Paulo Brabo [Ilustrador e escritor. Autor do livro Bacia das Almas.]

Fonte: Bacia das Almas
Disponível em: http://www.baciadasalmas.com/2006/em-louvor-dos-pecadores/

O último sobrevivente

Publicado: 2 de julho de 2011 por Leandro Possadagua em Uncategorized

Acabo de postar um pequeno vídeo na Sessão Webvídeos, este vídeo nos mostra o excelente trabalho realizado pela Survival Internacional da Espanha, que retrata a realidade de um homem que mora isolado no meio da floresta amazônica. Segundo se crê, este homem solitário é o último sobrevivente de uma etnia que, provalvemente foi massacrada – dizimada! Não se sabe como se chama, que língua fala ou a que povo pertence. Sabe-se apenas que está sempre sozinho e fugindo! Confiram…